domingo, 19 de maio de 2013

Resumo - Ontologia do Belo de Platão, por Gustavo Bonfim


Na ciência estética, a ontologia é responsável pelo estudo da origem, causa, essência e natureza das categorias estéticas que compõe o Belo Ideal. Essa Beleza Essencial é parte do Mundo das Ideias. Tudo que existe no mundo terreno não passa de uma imitação, imagem do objeto real que existe no mundo ideal (divino, bom, verdadeiro). Portanto, a beleza que existe no mundo dos homens é falsa, é apenas um caminho para o amor, único verdadeiro modo de se contemplar novamente a Beleza Absoluta.
Em relação à arte, para Platão, sua função é tentar retratar, recordar o que uma vez foi contemplado no Mundo das Ideias, suas formas verdadeiras aproximando a beleza terrena da beleza das essências. Por isso não acreditava na arte como forma livre de expressão individual, pois cria aparências desprovidas de essência.
Há também o conceito de estética da ordem, onde se pode alcançar a beleza através da simetria, harmonia, ritmo, medida, fatores que foram muito utilizados na arquitetura grega clássica e são utilizados até hoje em várias áreas de criação de produtos estéticos.
Além de se achar um objeto belo pelas suas características perfeitas, a funcionalidade também pode torna-lo belo, uma vez que cumpre sua função para a qual foi criado para exercer. A realidade deve sempre buscar se aproximar da idealidade.

BONFIM, Gustavo. Notas sobre Design e Estética. 2001. 27p a 32p. PUC-Rio, Departamento de Artes e Design.

sábado, 18 de maio de 2013

Resumo do Capitulo 3 - "Teoria Platônica da Beleza", por Ariano Suassuna


Para Platão, a Beleza Absoluta é proveniente do Mundo das Ideias. Esse mundo Ideal, do qual todas as almas contemplaram, constituía-se de Beleza, Verdade e Bondade. Não mais habitantes desse mundo, a alma como parte de um corpo material (visto como castigo), procura a Beleza Absoluta no mundo terrestre, caracterizado como um mundo de ruínas e decadência.  
Nesse mundo (de ruínas), tudo que existe não passa de uma imagem, de uma imitação do objeto verdadeiro, existente no Mundo das Ideias. O objetivo do ser humano, para Platão é retornar ao mundo onde há perfeição em tudo, vivendo, portanto, sempre na busca.
Esse saudosismo do indivíduo em relação à Beleza Absoluta (parte da teoria platônica da reminiscência) faz com que ele seja sempre atraído pela beleza, mesmo terrena, em busca de novamente contemplar a Beleza Ideal. Para Platão, isso só pode acontecer através do amor.
Em relação ao amor, Platão tem a teoria da androginia que diz que todos os seres eram andróginos, providos dos dois gêneros. Uma vez separados, cada alma procura sempre pela sua metade, para unirem-se mais uma vez. Esse seria a ideia do amor carnal, que seria um amor primitivo, no qual o indivíduo é atraído apenas pela beleza do outro corpo. Esse amor, mais superficial é predisposto à ruína, já que a beleza dos corpos se esvai, é decadente.
O estágio de aperfeiçoamento desse amor é aquele no qual passa a contemplar a beleza da alma, a sua moral e seus costumes e passa a vê-la como superior à beleza corpórea. Nesse estágio de amor, arrebatador, o indivíduo tem o espírito sempre fortificado e enriquecido, conhecedor do êxtase e da Beleza Absoluta, a única verdadeira e boa. Nesse caso, o ser passa a enxergar, ou melhor, recordar de tudo que é belo, verdadeiro e bom.

SUASSUNA, Ariano.Iniciação à Estética. 9.ed.Rio de Janeiro.José Olympio, 1972. 43p a 49p.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Resumo do Texto - "Estética: Introdução Conceitual"


 No cotidiano, os conceitos de beleza e estética são vulgarmente relacionados à beleza física, e tudo o que diz respeito a ela. Já nos campos de arte e design, são tratados como substantivo e remetem a estilos artísticos.
Os significados específicos desses termos, porém, são do campo da Filosofia. O ramo de estudo da Estética tem como objetivo dar significado ao conceito de beleza e a reação que causa nos indivíduos. A arte é uma importante ferramenta de estudo para esse ramo, já que se responsabilizou, ao longo da história, de retratar os padrões de beleza vigentes em cada cultura e época.

A questão de definir o que é beleza, na arte, foi discutida por diversos filósofos.
Para Platão, beleza é ligada a essência ideal e ao seu caráter sensível.
Durante o Classicismo, foi criado um padrão de beleza, ao qual todas as obras de artes deveriam retratar. Haviam características específicas para serem avaliadas para tal objeto ser considerado belo ou não. Dessa forma, o conceito passa a ser objetivo, já que não depende da percepção e do julgamento de cada observador.
Já o empirismo defende a beleza relativa, dependendo do gosto de cada um. Nesse caso envolve-se mais a subjetividade.
Para Kant, beleza deve ser relacionada a um momento de prazer, apreciada pelo sujeito. As variáveis se tornam as experiências de cada indivíduo e sua formação, e as relações que fazem a partir delas com o objetivo estético.
Hegel introduz uma versão mais democrática, na qual aceita que as definições de beleza devem ser relativas à cultura e à época vigentes, diferenças quais que se refletem na produção artística local.
Na contemporaneidade, temos uma visão a partir da fenomenologia, que percebe a arte como o fenômeno da contemplação, que engloba o espectador e o objeto artístico, que é belo ou não dependendo do cumprimento de sua proposta. Portanto, cada objeto tem suas próprias características que o tornam belo, não existindo padrões formais.
A relação entre feio e belo torna-se clara, então. Não se pode haver obras de arte feias, uma vez que precisam seguir fielmente à ideia de seus criadores para serem arte, e consequentemente, belas.

Portanto, a avaliação da beleza de cada objeto está sujeita a cada indivíduo, criando um número inestimável de diversidade de opiniões, criando oportunidade para as diferenças e o preconceito. Precisa-se manter uma mente aberta para perceber cada objeto sem influência de fatores externos que possam interferir num julgamento claro e justo.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Sob Nova Direção

Olá, pessoal! Quem 'bloga' aqui é a Pinagel nº2 ! Pois é, eu to assumindo o Pinagel Says agora, ou seja, o negócio vai ficar bom agora!! A nº 1 não tava dando conta, muito ocupada, atarefada e afins. Vou continuar falando sobre tudo um pouco, mas, principalmente, sobre moda. Sou estudante do caso, so....
Bem, hoje a ideia é essa, reinaugurar çaparada aqui e me apresentar.

Bejo.

AH, e by the way, sou a Carol :)

Foto do Raoni, em momento off business.

Não se preocupem, uma hora vou aprender a mexer lindamente aqui e tudo vai melhorar.





domingo, 27 de março de 2011

Teatro Municipal do Rio de Janeiro

Está aberta a temporada do Teatro Municipal do Rio de Janeiro 2011. Quem já foi sabe que é uma experiência maravilhosa estar sentado em uma galeria ou balcão e ouvir os instrumentos pertinho, ver as bailarinas e cantores dançando a poucos metro de distância e ver aquelas paredes com pinturas lindas e salões de fazer chorar.

Já andei fuxicando a programação do ano inteiro e vi que vão ter espetáculos muito conhecidos, que vale a pena serem conferidos. Os que me interessaram foram:

Giselle (Ballet)
de Adolph Adam
Estréia 15/04

Nabucco (Ópera)
de Verdi
Estréia 21/07

Tosca (Ópera)
de Puccini
Estréia 10/09

Romeu e Julieta (Ballet)
de John Cranko
Estréia 06/10

O Quebra-Nozes (Ballet)
de Dalal Achcar
Estréia 16/12

No site do Municipal vocês podem encontrar a programação completa, com preços, dias exatos do espetáculos e horários. Não fiquem de preconceito, achando que ópera e ballet é coisa de velho, por que são artes que existem a séculos e são admiradas até hoje. É emocionante ver ao vivo e a cores.

That's what Pinagel Says.

domingo, 20 de março de 2011

Mousse de Chocolate

Eu gosto muito de cozinhar e agora que eu tenho uma cozinha maior, vou poder me aventurar bastante.
A primeira receita que eu disse pra mim mesma que ia fazer era de Mousse de Chocolate. Não que seja difícil, mas eu acho uma delícia e nunca me aventurei a preparar.
Aí está ela. retirada do Cyber Cook:

Ingredientes

2 unidade(s) de clara de ovo em neve
2 colher(es) (sopa) de açúcar
200 gr de chocolate meio amargo
1 lata(s) de creme de leite
2 unidade(s) de gema de ovo

Modo de preparo


Bater muito bem as gemas peneiradas com o açúcar,acrescentar o chocolate derretido.
Misturar o creme de leite à mistura e por último acrescentar as claras em neve.
Levar para a geladeira até o dia seguinte.


Assim que eu terminar, digo se ficou boa ou não.

That's what Pinagel Says.